Aniversário – Um ano de blog

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Aniversário-png-Queroimagem.com%20(4).pngOlá Pessoal!

 

Dia 09/06/2016 a Fabulônica completa 1 ano de vida e eu não poderia deixar de comemorar com uma novidade…
O Blog passou por algum tempo (meses rs) de reformulações, por isso que não postei tanto por aqui. O resultado foi a mudança do blog para um novo endereço:

Fabulônica – novo endereço

O pessoal aqui do WordPress recebeu o blog com muito carinho e nesses meses que se passaram fiz muitas amizades, projetos, amigo secreto, trocas de livros e experiências. Aprendi tanto com cada um de vocês que vou levar para a vida inteira esse aprendizado, independente de qual seja o futuro do blog.
A Fabulônica continuará aqui para que eu possa acessar o blog de vocês, curtir e comentar, mas as postagens serão feitas exclusivamente no novo endereço.
Peço gentilmente aos meus  seguidores (2.223) que entrem no novo blog e me sigam por lá. No novo blog, os acessos são mais fáceis pelo “Menu de categorias” e os comentários e curtidas também poderão ser feitos via Facebook.
A equipe da Fabulônica agradece o carinho e atenção de sempre.
Qualquer dúvida : fabulonica@hotmail.com
Clique na Fabulônica⇓

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Obrigada por tudo!
Mil Beijos,
Juliana Lima.

Duetos: Jogue seu corpo ao mar

Pessoal , tudo bem?
Vejam o conto que fiz com a Fran…
Ficou lindo!

Papo de Fran

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Criei esse espaço “Duetos” para deixar eclodir a vontade de conhecer o outro, de desafiar-me a novas formas de escrita e para me aproximar daqueles que cultivam as palavras como companhia predileta, sejam escritores, devaneadores ou parceiros na vida que gostem de traduzir em verbos suas sensações.

O resultado está me trazendo um contentamento místico e a certeza de que escrever é o que quero fazer para o resto da vida.

E esse encontro de hoje só posso definir de uma forma: foi lindo. Quem me deu a honra de fazer parte desse espaço foi a Juliana Lima, do blog Fabulônica.  Conheci a Ju há quase um ano aqui na blogosfera e ela é  acolhedora, motivadora, desafiadora, meiga e adotou um verbo para si: compartilhar. Ou seja, o tipo de pessoa necessária.

Ver o post original 1.008 mais palavras

Parceria Camisetas Café

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Olá Pessoal, tudo bem???

Hoje venho com uma super novidade🙂

A Fabulônica tem um novo parceiro a loja Camisetas Café
 
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Beijos,
juliana Lima.

Quatro por 4: A Sereia – Kiera Cass

Quatro por 4
Olá pessoal!
Nossa resenha de hoje é sobre um livro apaixonante. Eu amo fantasias, isso não é novidade rs, mas tento não criar expectativas quanto ao tema, pois tenho me decepcionado com algumas ultimamente. No caso deste livro, tentei não criar dupla expectativa,  uma pelo fato de ser fantasia, outra pelo fato de ser da Kiera, autora cuja escrita já estava na minha lista. Espero que vocês gostem.

Próxima Leitura ⇓

 

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24505999-Vector-sea-green-shell-with-a-pearl-inside-Stock-Photo.jpg  A Sereia

“Eu queria ser capaz de explicar como a interrupção de uma vida plena era melhor do que o prolongamento de uma vida vazia.”
Khalen, A Sereia – Kiera Cass.

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Sinopse

Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar — pois a voz da sereia é fatal —, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.

Análises

 450705965 Natália Assis

Este livro não apresenta as sereias que nós conhecemos, mas sim sereias como nós, apesar de possuírem uma voz fatal. Kahlen sempre serviu a Água muito bem, e dentre todas as sereias que a Água possui, Kahen é a mais querida por ela, assim como a Água para Kahlen é como se fosse uma mãe. Entretanto, quando Kahlen apaixona-se por um humano, as coisas não seguem mais o mesmo rumo.
Nunca havia lido nada da autora e, ao ler este livro, procurei não criar nenhum tipo de expectativa, e confesso que me surpreendi com a escrita da Kiera e com a história como um todo.
A Sereia traz uma narrativa leve e fluída. A sensação é como se você estivesse participando da história e eu simplesmente me encantei pelas personagens apresentadas. A relação entre Kahlen e Akinli é de suspirar, sendo que o amor entre eles é realmente verdadeiro, as outras sereias dão ainda mais vida a história e a Água traz aquela sensação de amor e ódio durante a leitura. É, realmente, uma boa leitura para fazer durante um dia, e se deliciar com a história e ainda querer mais!

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450705965Juliana Lima

Narrada em primeira pessoa sob a voz mortal de Khalen, literalmente, pois cada pedacinho de sua narrativa mata um pouquinho de nós, a história não é apenas a releitura de muitos contos perdidos sobre “as cantoras do mar”, a sensação que a autora passa é de tanta veracidade que acreditamos ser a história original,  tudo antes disso foi mera fantasia.
Conseguimos descobrir que alguém nasceu para escrever quando lemos uma segunda obra deste autor e nos sentimos tão extasiados quanto na primeira. Não há como negar o talento de Kiera e não é a criação e nem o desfecho da trama em si, pois,  independente da preferência literária de cada um , tenho certeza que não há quem não se encante com a forma como ela narra e conduz uma história. Ao terminar o livro, compreendi que Kiera é a verdadeira sereia que encanta a todos com a sua voz e nos leva a maldição eterna que querer ler mais e mais.

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450705965 Mayara – Coelho da Lua

Inusitado, é a melhor palavra para descrever este livro. Confesso que pela sinopse esperava algo um pouco diferente e mais brutal. Mas é isso que a Kiera nos entrega desta vez, amor verdadeiro. Amor de todas as formas, em todos os aspectos. Estava com muito receio de ler esse livro por causa da minha decepção com a série A Seleção, mas ele me surpreendeu, de uma maneira bem simples, com uma leitura bem fluída, descrevendo muitíssimo bem os cenários da trama e os sentimentos da protagonista, ele me devolveu algo que eu tinha perdido… Ele te entrega uma nova visão sobre o mito das sereias e te envolve num romance lindo, apesar de parecer algo bem impossível de acontecer naturalmente. E claro, é isso que o torna uma obra de fantasia. Gênero que tanto amo. Super recomendo a leitura!

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450705965Flávia – Coelho da Lua

Não sou muito fã de fantasia, mas como essa foi a escolha do mês, enfrentei o desafio. Mas foi um desafio tão “de boa” que acabei me surpreendendo. Bem que azamigas me avisaram que eu ia gostar!
Bom, falando de “A Sereia”, só tenho uma coisa a dizer: owwwwwnnnn! É tanta fofura num livro só! Apesar do tema ser sereia, não tem quase nada do que costumamos idealizar sobre elas. A entidade principal é a Água, que controla toda a natureza e usa as sereias para seu próprio benefício. A Água depende das sereias para viver, e consequentemente, a manter os humanos vivos. E uma de suas regras é não se apaixonar. Sem contar todas as outras coisas que as sereis não podem fazer.
Mas é claro que isso acontece, só que não posso dizer como e porque, porque senão seria um spoiler gigantesco! Só posso dizer que é lindo de viver! A sereia Kahlen e o humano Akinli formam um casal lindo, mostrando um amor puro e inocente, mas que passa por momentos bem complicados durante a história.
A Água é irritante, e mesmo dizendo as sereias são suas filhas, ela as trata como escravas. E claro que não facilita a vida do casal. Pelo fato de terem se transformado em sereias e não tem nascido como uma, as sereias são meios desconexas do mundo real, não tendo memória nenhuma do seu passado humano, o que torna o cotidiano no mundo real bem “interessante”.

ENVOLVENTE


É isso aí pessoal!
Mil Beijos,
Juliana Lima – Quatro por 4♥

Quatro por 4: Um conto.

Quatro por 4
Olá Pessoal!
O quatro por 4 de hoje é uma resenha relâmpago de um conto que está fazendo sucesso na Amazon.
Nosso querido Lucas Palhão disponibilizou gentilmente a obra para o projeto.

 

Adquira Apenas um olhar do Lucas Palhão na ⇒   Amazon
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A N Á L I S E S

Flávia

Um conto é sempre um conto. E não gosto disso. Ainda mais se esse conto tiver muito mais pra dizer do que realmente diz.
Com “Apenas um olhar” não é diferente. Marina é uma garota que não consegue se comunicar com o mundo, e acredita que o barulho que vem das pessoas não lhe diz nada. Marina se comunica apenas com o olhar, e com ele, até salvou vidas.
Marina sofre, literalmente, calada. Sofre por se sentir sozinha, por não conseguir se fazer ouvir e por perder as pessoas ao longo de sua vida. Mas acredito que o sofrimento maior é a solidão que sente, mesmo rodeada de pessoas.
O conto mostra as perdas de Marina ao longo do tempo, e a passagem do tempo é incrível. Mesmo sentindo falta de mais, o autor conseguiu mostrar os pontos altos daquele período de tempo, não deixando nenhuma ponta solta. Senti falta apenas de saber como Marina ficou tão calada e solitária, o que aconteceu com sua vida pra que se retraísse tanto.
A tristeza desse texto faz com que você repense em algumas atitudes próprias e como vemos a nossa vida passar.
INTERESSANTE

 Natália

“Apenas um olhar” retrata a personagem Marina, a qual se comunica com as pessoas com seu olhar, sendo que este, já foi capaz, até mesmo, de salvar uma vida. Marina sente-se sozinha, mesmo com pessoas ao seu redor, e à medida que o tempo decorre, deparamo-nos com as perdas que a personagem sofre.
Como qualquer conto, este também apresenta uma narrativa curta, que remete ao leitor o anseio de querer mais, e também de criar expectativas do que está por vir. Contudo, apesar deste também apresentar uma narrativa curta, o autor soube moldar bem a sua história, e fazer uma magnífica distribuição do tempo, como se tudo ocorresse em um piscar de olhos.
É um conto que vale a pena ler e que apesar de ser um tanto triste, irá lhe fazer refletir sobre certas atitudes.

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Juliana

Com linguagem simples e abordagem sutil, Lucas criou um conto que nos faz refletir e a mensagem que ficou, pelo menos para mim, foi que a vida é a lei do retorno. Tudo o que você faz, principalmente de forma despretensiosa, retorna para você. Marina plantou sementes de uma árvore frondosa e mesmo em meio a temporais e ventanias colheu bons frutos. Seu silêncio para o mundo externo não a impediu e falar ao coração de muitos.
Ela falava pouco, mas dizia tudo apenas com um olhar.

INTERESSANTE


 
Espero que tenham gostado:)
Deixem  comentários, ideias, sugestões, críticas rs…
Quem já leu? Quem não leu?
Super Beijo,
Juliana Lima.

 

 

 

Redes Sociais

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Olá Pessoal!
Um excelente sabadão para todos!
Estou passando para fazer um pedido emoticon-embarassed-1301700415486_200x400.jpg
Tenho alguns de vocês nas minhas redes sociais, mas não consegui encontrar todos os seguidores da Fabulônica. O blog está passando por algumas reformas e logo, logo voltará cheio de novidades. Até lá, gostaria de ter contato com vocês em outras redes sociais.
Vou deixar aqui as redes da Fabulônica e da Autora (eu, rs) caso se interessem também e peço para que sigam/curtam/increvam-se rs e eu retribuo.
Desde já muito obrigada pelo carinho e a atenção de sempre,
Juliana Lima.

Clique nas fotos e siga o blog nas redes sociais, sigo de volta🙂

 

#Fabulônica

 

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Obrigada,
Super Beijo.

 

As Moedas do Reino: uma moeda à deriva / Livro 1 – Hellen Silva

resenha

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Título: As Moedas do Reino – uma moeda à deriva
Autor: Hellen Silva
Editora: Giostri
Ano: 2016.

S I N O P S E

Doze figuras de diferentes características e habilidades se unem em prol do equilíbrio entre as forças do Universo, que pode perder a estabilidade e comprometer a vida.
Luke, ou Nelantar, nosso personagem principal, enfrenta momentos de aventura, perigo e angústia na busca de sua própria razão de estar no mundo, repleto de lutas, mistérios, meias palavras e interesses que sobrepõem uns aos outros.

A NÁ L I S E

Complexo, confuso e intrigante.
As moedas do reino é um livro que deixa uma idéia dúbia, o tempo todo.
A história se passa no reino de Além, que foi dividido em dois: Alfa e Ômega. Depois de algumas disputas pelos reinos, abriram-se os 13 portões e à partir desse instante a saga começa. Os personagens principais recebem um chamado e vão para Insigne (uma tribo) com o intuito de manter o equilíbrio no reino. O único infortúnio pelo qual não esperavam é que um deles se rebela e passa a viver à revelia dos ideais de Além. Dessa forma, o reino tem o seu tão almejado equilíbrio ameaçado.
A enredo é bem arquitetado. Temos dois reinos, uma disputa, jovens (excepcionais) com uma missão, a busca pelo equilíbrio e um passado obscuro, todos os componentes de uma boa fantasia. Neste enredo,  há  vários símbolos e arquétipos dos mais abrangentes aos mais específicos e todos  enraizados  na amizade,  amor,  ódio, disputas, poder, domínio, egoísmo … e por aí vai. No desenrolar da história, há ação, novos mistérios que são solucionados ou não e muitas dúvidas quanto ao desfecho dessa história. Acredito que tanta informação passada ao mesmo tempo causou certa confusão na interpretação, mas como é o primeiro livro de uma trilogia ou talvez saga, compreendo a necessidade de fazer o leitor ambientar-se a história.
O livro é narrado em terceira pessoa, o que dá uma visão mais abrangente da obra, porém a autora utilizou de um mecanismo que se não for bem desenvolvido causa certo desgaste na leitura. Há  repetição de palavras e frases, mais que duas vezes no mesmo parágrafo e acredito que a ideia era ser uma estratégia de escrita, cuja utilização pode ter várias finalidades como, por exemplo,  reafirmar na mente do leitor que aquele episódio é importante, porém deve ser usado com cuidado e em caso de extrema importância. Na obra, esse mecanismo ficou com efeito de redundância. Outro artifício utilizado pela autora foi a troca de nomes (identidades), cada personagem ganhou um novo nome e confesso que não ficou tão claro para mim o porquê dessa troca. Espero que no próximo livro tudo se esclareça.
“O ambiente era circular, com doze poltronas, cada uma de uma cor, como se tratava de um círculo as poltronas seguiam ordens, a ordem da chamada de Wotan começando pelo rubi, o conhecido vermelho, até alcançar a poltrona de cor prata, que por sua vez se encontrava ao lado da poltrona rubi.”
página 11 – Hellen Silva, 2016.
O personagens tem suas características próprias, apesar do foco estar sempre em Luke (Nelentar) e ouso dizer que nos próximos livros suas ações serão mais expostas, pois fica claro a importância de todos no decorrer da trama. Torço para que cada um deles tenha o seu momento. Quanto ao título do livro, faço uma observação e já deixo claro que é uma interpretação bem pessoal. Não vi, em nenhum momento, as “moedas” terem a demasiada importância como, por exemplo,  a lâmpada mágica de Aladim, a espada de Excalibur, o Um Anel de “O senhor dos Anéis”, entre outro objetos que sendo ou não o foco, se tornaram personagens e ganharam vida na trama. Interpretei as moedas do reino de forma metafórica. Os doze personagens principais eram como o grande tesouro do reino, e  “uma moeda à deriva” seria Luke que se encaixou bem no papel de desvio da rota.

Espero que gostem,
Deixem seus comentários e me contem se gostaram da resenha e se já leram Literatura Fantástica Brasileira.
Abraços,
Juliana Lima♥

Quatro por 4 : A Menina Submersa – Caitlín R. Kiernan

Quatro por 4
Olá Pessoal!
Como vocês estão? Espero que bem🙂

Nota:

Nosso projeto sofreu alterações e agora teremos  um calendário especial com ações que poderão ter a participação de todos.
Fiquem ligados nas ações que serão postadas nas resenhas dos livros.
A ação de hoje é uma resenha relâmpago do autor Lucas Palhão que será postada dia 17/05 (terça-feira). Até lá , corra e adquira o conto no site da Amazon para opinar junto com a gente o que você achou da obra ⇒ Apenas um olhar

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Resenha: Mãos Livres – Francine S. C. Camargo

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Olá Pessoal!
A resenha de hoje é de uma autora muito especial, cujo trabalho vocês também tem o prazer de acompanhar no blog : Papo de Fran
Mãos livres é um livro de crônicas e contos. Dessa forma, irei colocar alguns trechos e expressar minha experiência com esta bela obra.

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S I N O P S E

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Mãos Livres reúne contos e crônicas da autora, com uma escrita poética e fabulizada. As palavras surgem de forma a realçar e tecer a realidade em uma sequência de emoções, narrando eventos inusitados como o  encontro com um cão desordeiro, o diálogo de livros à estante em um lugar chamado Aboborolândia, ou passando por temas universais como o amor, a amizade, a maternidade, a morte, a rotina e a timidez, sempre fugindo das explicações comuns; com as mãos desimpedidas, “como se nada pudesse me fazer parar, como se fosse criar garras para lutar. Decerto, deparo com um abismo e aí, estou pronta, prontinha para voar”.

A N Á L I S E

Mãos livres tem escrita leve e franca e suas  histórias são curtas. É possível escolher um ou mais contos para ler por dia, ou o livro inteiro e, no máximo, em uma hora você já percorreu o mundo de Fran.
Não se enganem quanto ao fato de ser um livro de meras 70 páginas e de fácil assimilação. Apesar da escrita rápida e fluída, cada pequena história contém uma gama de outras histórias e nas entrelinhas dos parágrafos mais simples, várias lições.
É possível enxergar muitas coisas neste livro, dúvidas, certezas, crenças, desamores, saudades e entre o tom nostálgico de alguns contos e a descontração de outros, eu arriscaria resumir esta obra em uma palavra: amadurecimento.
Segue alguns trechos dos contos que separei⇓
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A história da Aboborolândia é um conto memorável. Marca claramente o período de transformação e maturidade, sem demarcar tempo ou rotulações. Apenas, alguém abandonando uma parte mais sonhadora de si e indo de encontro a um lado mais realista.

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Fiquei com certa dúvida se o livro é uma autobiografia de uma grande pessoa, ou se relata histórias de pessoas comuns sob a voz de uma grande autora. Concluí que Mãos Livres é o resumo da vida de um personagem (pode ser qualquer um de nós) que passa pelas fases e adversidades e no final encontra quem mais procura, a si mesmo e se deixa levar pela vida…
Solto, leve e de mãos livres.

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A   A U T O R A

Francine S. C. Camargo

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 Espero que tenham curtido🙂
Um super abraço,
Juliana Lima.

Quatro por 4: A Morte na Mesopotâmia

Quatro por 4 - original
Olá Pessoal!
A resenha de hoje é  um romance policial da minha diva Agatha Christie ♥
Nossa Equipe deste Quatro por 4⇓

 

Coelho da Lua  only.jpg    meu espaço literário


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